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CASOS DE CRIANCAS MAL TRATADAS EM PORTUGAL E NO MUNDO...
Category: Alumni, Schools and Education
Created: Jun 23, 2007
Type: Public
Members: 268
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Language: Portuguese
Country: Portugal




CASOS DE CRIANÇAS MAL TRATADAS EM PORTUGAL!!!

Neste site podem fazer donwload do PDF com todos os direitos das crianças. Obrigada Claudinha!!!!!

http://www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101111&m=2

JOANA

Joana Cipriano, a criança de oito anos desaparecida na aldeia da Figueira, no concelho de Portimão, a 12 de Setembro de 2004, e alegadamente morta pela própria mãe e por um tio - apesar de o corpo ainda não ter aparecido - foi esquartejada em "cerca de 30 minutos" com o apoio de uma "faca com cabo" e uma "serra de cortar metal" que se encontravam na habitação" onde vivia parte da família. Joana Cipriano foi assassinada quando, ao regressar a casa, após ter ido comprar, a pedido de sua mãe, um pacote de leite e duas latas de conserva de atum a uma pastelaria situada a quase 500 metros da sua moradia, surpreendeu os dois familiares em relações sexuais, no sofá da sala situada imediatamente após a porta de entrada da habitação. "Ao ver o que a mãe e o tio estavam a fazer, logo a menor disse que iria contar ao padrasto que eles estavam a fazer coisas porcas", refere a acusação. Com a miúda "tentando sair de casa", logo a progenitora e o irmão "se levantaram do sofá, dirigindo-se na direcção de Joana", de forma a "impedi-la de denunciar" ao seu padrasto, Leandro Silva, "o que havia presenciado". Por isso, "ambos começaram, em conjunto, a dar-lhe sucessivas pancadas na cabeça", levando-a a "embater várias vezes com o lado esquerdo" da mesma na "esquina da parede situada junto à porta de entrada".

"Mesmo depois de a menor ter caído por via desses embates" e "de ter tentado fugir de casa, sendo então puxada para dentro" pelo seu tio, além de "ser já visível que sangrava, mercê dos embates da boca, nariz e têmpora esquerdos na parede". Tal acção "só cessou quando a Joana se encontrava caída no chão, não dando já sinais de vida".

Para não serem "responsabilizados pela morte da filha e sobrinha, decidiram obstar a que a morte fosse conhecida de terceiros", refere o despacho, segundo o qual o corpo foi "embrulhado num édredon, num canto de um dos quartos da casa". Depois, Leonor encarregou-se de lavar a parede "onde estavam sinais de sangue da Joana".

Os dois acusados, "sabendo que teriam então que se livrar do corpo da menor e aproveitando a ausência" do padrasto da menina e de um colega de trabalho, que vivia na mesma casa, "pensaram colocá-lo dentro de uma fossa situada junto à casa" em Figueira. Mas João Cipriano, ao deslocar-se ao local, "verificou que tal não seria possível, pois a tampa da referida fossa estava parcialmente cimentada". Daí que ele e a irmã tenham "decidido cortar o corpo da menor para poder guardá-lo na arca frigorífica da sala".


VANESSA

A avó paterna da Vanessa, Aurora Pinto, ‘Lola’, de 48 anos, queria continuar a tomar conta da menina, desta vez legitimada por uma decisão judicial, aponta o relatório do Instituto de Reinserção Social (IRS) de 26 de Abril – e que chegou às partes na segunda-feira, já a menina tinha sido encontrada morta.

A avó referiu à técnica de reinserção social, Maria Teresa Faria, que Vanessa “tem sido saudável, não existindo gastos médicos, bem como com vestuário. Vanessa Filipa nunca frequentou um infantário, pelo que não foram apontadas mais despesas”.

De acordo com a versão transmitida por moradores, que não quiseram identificar-se, devido ao clima intimidatório que se continua a viver no Bairro do Aleixo, Aurora Pereira, a ‘Lola’, queria obrigar a neta, Vanessa Filipa, a dizer no Tribunal de Menores que preferia ficar com a avó a regressar a casa da madrinha e primeira ama, Rosa Maria, a ‘Mãe Rosa’, conforme lhe chamava a menina.

Esta circunstância terá sido o princípio do fim para Vanessa, que, na inocência dos seus cinco anos, nunca poderia antever a ira que provocaria junto da avó, a ponto de esta descarregar sobre a criança a espiral de violência sem limites, que resultou na sua morte.

As lesões, e o facto que não lhe ter sido providenciada assistência médica, levaram a que a menina tivesse agonizado durante três dias, até ter morrido, revela a autópsia, por asfixia provocada pela degeneração causada pelas queimaduras.

As lesões foram brutais:“Os dedos das mãos e pés ficaram retrocidos”, afirmou ao CM,impressionado, um dos investigadores.A avó comprou medicamentos (pomadas) na farmácia da zona mas em nada melhoraram a dor da criança.“Como chorava com as dores, foi castigada para que se calasse”, disse fonte policial.A menina tinha morrido na noite anterior, após três dias de lenta agonia. O pai transportou o corpo ao colo, acompanhado da avó, e quando o depositaram no rio, pelas 07h30, separaram-se. Aurora foi na companhia de uma filha, Sandra (a mesma que depois iria confessar à PJ ter presenciado as agressões), para a feira de Canidelo onde simulou o desaparecimento da menina. Paulo Pereira foi para casa. Ambos foram presos na terça-feira.

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* * *O POEMA QUE A PEQUENA SARA DEIXOU...QUE DEUS A TENHA FINALMENTE EM PAZ* * *

*Este anúncio foi premiado internacionalmente, mas não passou na nossa televisão, em Portugal. Porque será? Recordo o poema da criança de 3 anos, "Meu nome é Sara ", e depois, vejam o vídeo em anexo...· *

O meu nome é ""Sara""

Tenho 3 anos

Os meus olhos estão inchados, não consigo ver.

Eu devo ser estúpida, eu devo ser má...

O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?

Eu gostaria de ser melhor, gostaria de ser menos feia.

Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.

Eu não posso falar, eu não posso fazer asneiras,

Senão fico trancada todo o dia.

Quando eu acordo estou sozinha, a casa está escura,

Os meus pais não estão em casa.

Quando a minha mãe chega, eu tento ser amável, Senão eu talvez levaria uma chicotada à noite.

Não faças barulho! Acabo de ouvir um carro,

O meu pai chega do bar do Carlos.

Ouço-o dizer palavrões...Ele chama-me.

Eu aperto-me contra o muro.

Tento-me esconder dos seus olhos demoniacos.

Tenho tanto medo agora, começo a chorar.

Ele encontra-me a chorar, ele atira-me com palavras más,

Ele diz que a culpa é minha, que ele sofra no trabalho.

Ele esbofeteia-me e bate-me, e berra comigo ainda mais,

Eu liberto-me finalmente e corro até à porta. Ele já a trancou!

Eu enrolo-me toda em bola, ele agarra em mim e lança-me contra o muro.

Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos, e o meu dia continua com horríveis palavras...

"EU LAMENTO MUITO!", eu grito!!!!

Mas já é tarde de mais o seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.

O mal e as feridas mais e mais, "Meu Deus por favor, tenha piedade!

Faz com que isto acabe por favor!" E finalmente ele pára, e vai para a porta... enquanto eu

fico deitada, imóvel no chão.

O meu nome é "Sara"

Tenho 3 anos, esta noite o meu pai *matou-me*.

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*Existem milhões de crianças que assim como a "Sara" são mortas. E tu podes ajudá-las. Faz passar este poema porque mesmo se isto parece doido pode talvez mudar indirectamente as nossas vidas.

Encaminha a todos os teus amigos este grupo para que possam ver este poema que nos parte o coração......Por favor faz passar isto se fores contra o abuso das crianças *


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O meu filho irá fazer dois anos em Setembro,
Posted by Miguel
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Jun 19, 2008
6:35 PM
Isto acontece por que as decisões tomadas por
Posted by Miguel
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Jun 15, 2008
4:58 PM
Mas porque as crianças? :( Sempre o alvo dos
Posted by alexandre
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Jun 4, 2008
9:44 AM
aqui quero deixar a minha revolta por tantos
Posted by claudia
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Jun 12, 2008
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Olá a todos. Aderi a este grupo pelo que ele
Posted by Miguel
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Jun 15, 2008
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Dec 9, 2007
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Sabes que não posso ficar indiferente a esta
Posted by Abel
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Posted by Abel
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Posted by Abel
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Jun 4, 2008
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Posted by Abel
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Jun 4, 2008
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